terça-feira, 9 de Fevereiro de 2010
1007º
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"Nomeações de Sócrates já acima de Durão e Santana"
...no fim do texto lê-se isto:
O número total de novas nomeações para cargos na AP do actual executivo está abaixo das efectuadas quer pelo anterior, quer pelo de Santana Lopes/Paulo Portas em igual período de início de mandato.
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Com dois anos de mandato, Barroso já tinha substituído os responsáveis de 1664 direcções-gerais, institutos públicos e outros organismos do Estado. Um número acima das 1296 nomeações efectuadas pelo primeiro Governo de Sócrates em igual período.
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Com dois anos de mandato, Barroso já tinha substituído os responsáveis de 1664 direcções-gerais, institutos públicos e outros organismos do Estado. Um número acima das 1296 nomeações efectuadas pelo primeiro Governo de Sócrates em igual período.
Vou começar a fazer setinhas no jornal da escola.
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Por
paulocosta
Às
19:34
1006º
...nunca como agora objectivos políticos de direita estiveram tão ligados às reivindicações de grupos associados à «comunicação». Eu diria, associados a qualquer classe profissional. E se a direita em Portugal luta pela «liberdade de expressão» deconfiem. Sem esquecer a «liberdade» do Estado Novo, recordo a «liberdade» de João Franco que, por estas alturas do século passado (antes da República), apesar de defender a democracia à inglesa, reprimia violentamente as manifestações.
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paulocosta
Às
00:07
segunda-feira, 8 de Fevereiro de 2010
1005º
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NÃO SE CALEM
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Trata-se de uma novela de facto, mas tem os seus perigos: aquele engraxador que um dia em 1928 mostrou-me papéis da bolsa é agora o homem que eu vi, da classe média, a comprar «os jornais da calhandrice». Até pelo título "Atentado ao Estado de Direito" se nota a ficção. Eu tenho uma teoria (arrisco, porque se me quiserem coarctar o pensamento grafíto os muros e os WCs): os «lesados», os «alvos» não estarão antes preocupados com os seus lugares pessoais (protagonismo destacado, bem remunerados, influentes...)? Todos eles têm idade para terem combatido a censura, passado pelas prisões por serem intrasigentes defensores da liberdade de expressão no tempo da ditadura. Aí sim, não seriam heróis de novelas mas do Estado de Direito. Agora não, agora desconfio.
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Por
paulocosta
Às
12:16
domingo, 7 de Fevereiro de 2010
1003º
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Reparem na pontaria da 2ª chave: acertei em todas as estrelas que não saíram. Não saem sete e nas sete não me enganei.
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Por
paulocosta
Às
18:14
1002º
Um árbitro que pôs em sentido as duas equipas: dois foras-de-jogo mal assinalados ao Setúbal, um deles com a atenuante de David Luís ter sido muito rápido a sair, e dois penáltis claros não assinalados na área do Setúbal. Tudo aos pares. Este árbitro, apesar de ter sido o árbitro do Braguinha, não o que afectuosamente apelidou o Sporting da capital do Norte, mas o do "terreno", é um árbitro razoável.
Mas não houve descontos de tempo na primeira parte, porquê?!! Uma estatística curiosa mas reveladora das tendências das arbitragens são os descontos de tempo. Por exemplo, quando o Porto está a ganhar o prolongamento é curto mas nas poucas vezes "em que não deu para mais, presidente", é até marcar. Somem-se os minutos destes vinte anos. Não é uma cabazada, é um período negro.
Mas não houve descontos de tempo na primeira parte, porquê?!! Uma estatística curiosa mas reveladora das tendências das arbitragens são os descontos de tempo. Por exemplo, quando o Porto está a ganhar o prolongamento é curto mas nas poucas vezes "em que não deu para mais, presidente", é até marcar. Somem-se os minutos destes vinte anos. Não é uma cabazada, é um período negro.
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Por
paulocosta
Às
00:16
sábado, 6 de Fevereiro de 2010
1001º
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Até já, vou ver o jogo. No horizonte do lado esquerdo a Serra de Aire. Daqui lá uns trinta. Entre nós e ela o Parque, o país dos túneis, das gralhas-de-bico-vermelho-com-hífens, das pedras para calçadas...
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paulocosta
Às
21:23
sexta-feira, 5 de Fevereiro de 2010
1000º
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O melhor que ouvi e li sobre «a crise» foi o que saíu do Conselho de Estado: partidos na Assembleia, entendam-se!; não tanto pelo distanciamento aparente, como se os conselheiros não vissem que há que travar a despesa pública injusta, mas como o resultado natural de um órgão que funciona fazendo funcionar outros. Os projectos de lei são discutidos e aprovados no parlamento, e ó senhores deputados, a Madeira mais tarde ou mais cedo terá que ser solucionada, certo?
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Por
paulocosta
Às
00:54
quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010
999º
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DEP Rosa Lobato Faria. Falo pela boca dos outros (não é: "um falo pela boca dos outros", caldenses) porque concordo com a maioria (a literária, caldenses). Mas quando veio à Benedita surpreendeu-me que alguém cá de casa soubesse o nome dos personagens dos seus romances. Vou a ver e tenho uma estante cheia de Rosas. Falo com razão (é um falo, caldenses).
DEP Rosa Lobato Faria. Falo pela boca dos outros (não é: "um falo pela boca dos outros", caldenses) porque concordo com a maioria (a literária, caldenses). Mas quando veio à Benedita surpreendeu-me que alguém cá de casa soubesse o nome dos personagens dos seus romances. Vou a ver e tenho uma estante cheia de Rosas. Falo com razão (é um falo, caldenses).
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paulocosta
Às
10:58
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